O CICLO DAS MANDALAS

- Mary Porto


O Ciclo das Mandalas from Mary Porto on Vimeo.

Nascida no Rio de Janeiro, onde estudou desenho e pintura, Mary Porto fixou-se em São Paulo nos anos 70, quando aprofundou sua vivência em arte na Escola Brasil. Fez formação em aquarela e desenho no Brasil e no exterior. Participou como aquarelista em salões oficiais e exposições particulares.

Em contato com a Antroposofia desde a década de 80, fez o curso de Terapia Artística Antroposófica no Centro Paulus de Estudos Goetheanísticos.

Criou o exercício “O Ciclo das Mandalas” em aquarela, na década de 90, a partir de pesquisa própria e da experiência de resultados na sua aplicação com alunos e pacientes.

Participou da fundação e foi a primeira presidente da Aurora ABTAA, a Associação Brasileira dos Terapeutas Artísticos Antroposóficos (1996). Em 2004 ofereceu o primeiro curso para terapeutas.

Atualmente, atende com a terapia artística em seu consultório, em São Paulo, e dá palestras e cursos sobre o tema em diversas cidades do país.

A mandala ("círculo mágico", em sânscrito) manifesta-se de várias formas, em várias culturas desde a Antiguidade e ao longo da vida de cada pessoa. Símbolo do centro e do si-mesmo, da meta do desenvolvimento humano, a mandala revela um dos mais importantes aspectos da nossa vida: o sentimento de fazer parte, de estar integrado no Universo.

Nesta obra, a aquarelista e terapeuta artística Mary Porto apresenta o exercício “O Ciclo das Mandalas”, que desenvolveu a partir de pesquisa própria, estendida depois para seus alunos e pacientes.
Construir uma mandala pode ser ao mesmo tempo a criação de uma imagem e a vivência de um processo para a evolução espiritual. Pode espelhar a interiorização mais elevada da vida anímica e o conhecimento de suas possibilidades evolutivas. O trabalho com a metamorfose da mandala é feito na linguagem artística da aquarela e com conhecimentos da geometria sagrada, o que possibilita tornar visível a imagem do eu reintegrado no todo, o todo reintegrado no eu.
Depoimentos de participantes
D.J., 43 anos, economista:
“De uma mandala para outra, houve a sensação de desabrochar, um processo de mutação para libertação. A transformação após cada mandala, a sensação de estar se libertando, foi muito marcante. Não tem como passar pelo processo sem existir uma transformação interna”.
I.S., 54 anos, psicóloga:
“Todo o ciclo das mandalas é de inestimável valia para os processos de individuação, pois traz consciência a cada passo”.

A.V., 47 anos, psicóloga:
“Acho este processo genial: tem princípio, meio e fim, é perfeito em seu formato. É um processo que encanta o paciente, ele se liga ao trabalho com interesse e prazer”.

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